O Morro da Cruz conta com mais de 30 vias de escalada esportiva. A grande maioria das vias é protegida com grampos e/ou chapeletas. Poucas vias exigem proteção móvel. A extensão das vias não excede 25 metros.
O base das vias é confortável com alguns locais de sombra. Não há fonte de água no local, e repelente de insetos é bem vindo a qualquer época do ano. No verão a área de escalada fica bem abafada e úmida sendo preferível escalar no início da manhã. No final da tarde em dias muito abafados acaba chovendo. Após chuvas fortes e duradouras a rocha demora para secar pelo menos 1 ou 2 dias de tempo bom. Algumas vias podem levar mais tempo.
A área de escalada está dividida em dois setores, a Face Noroeste e a Face Leste. A seguir estão listadas as vias dos dois setores. As vias estão listadas da esquerda para a direita de quem está olhando para a pedra. Devido a descontinuidade entre as gerações de escaladores algumas vias são conhecidas por mais de um nome. Após a listagem das vias são indicadas algumas referências de como identificá-las.
Voltado pra o Centro da cidade e para a Beira-mar Norte, conta com maior número de vias e é mais procurado. O sol começa a bater no final da manhã. O acesso por baixo é feito por um terreno baldio na esquina de um beco ao final da rua Édio Ortiga. Cruza-se o terreno baldio pela lateral do muro da casa que fica à direita do terreno. Após cruzá-lo segue-se a direita pela calha dos fundos da casa. Em seguida a trilha segue bem clara pela mata. A caminhada dura em torno de 10 minutos.
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O acesso por cima é feito pelo caminho do mirante no final da avenida do Antão e a trilha não é muito clara. Leva cerca de 5 minutos para chegar no topo da via 25 e até 10 minutos para as vias 11 e 14/15. É possível fazer rapel para descer nas vias 11, 14/15 e 25.
A trilha chega de frente para um barranco de pedras/vegetação com um grande teto. A esquerda da chegada da trilha estão as vias de 1 a 8. As sete primeiras são todas protegidas com chapeletas.
A primeira via à direita da trilha é a via 9, com os dois primeiros grampos altos e afastados um do outro, seguida da via 10 que é protegida no início com duas chapeletas e o restante com grampos de 10 mm.
A via 11 fica logo à direita de uma fenda/chaminé que vai do chão até o topo da falésia. A via 14 tem apenas um grampo no início e segue por uma fenda. A sua direita está a via 11 protegida com chapeletas seguida da via 12, uma fenda/chaminé.
As vias 19 e 20 possuem chapeletas e iniciam com a mesma chapeleta.
Continuando a trilha além da via 33, chega-se a um pequeno setor com mais quatro vias, uma de 6 grau, duas de sétimo e uma de oitavo, todas protegidas com chapeletas.
Voltado para o bairro Trindade, com apenas 5 vias é pouco frequentado. O sol bate de frente no período da manhã. O acesso é possível apenas por cima por um trilha pouco clara. É possível um rapel de 30 metros na via 'Baba do quiabo' ou seguir a trilha que desce até a base das vias com passagem por uma pequena chaminé.
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A trilha que vai até a base chega pela direita e leva cerca de 15 minutos (desde o mirante). A via Fujiraha é protegida com chapeletas.
*As informacões fornecidas são apenas para referência, utilize com cautela.